Chegou a vez do Brasil: a crise dos “refugiados” está destruindo a Europa como conhecemos, Londres deixou de ser o berço do Império Britânico para virar uma filial do Oriente Médio (mais da metade dos moradores da capital da Inglaterra já não são ingleses), e com a mudança radical não só a cultura ocidental é triturada, o estilo de vida europeu em seu sentido mais profundo deixa de existir. A segurança que no passado permitia a aqueles no norte do continente um mundo sem chaves, onde a confiança era tanta que uma bolsa que pernoitava em uma praça estava tão segura quanto nos braços de seu dono, aos poucos deixa de existir. Cidades na Suécia que registravam uma década sem um homicídio sequer agora convivem com múltiplos ataques de granada por ano. Na Inglaterra, a proteção das ruas britânicas se apaga quando jovens, seguras desde do fim dos tempos de Jack o Estripador (a mais de um século) começam a conviver com gangues muçulmanas que sequestram meninas, muitas vezes menores de idade as estupram, drogam e vendem no mercado de prostituição. Em Paris, não muito longe do belíssimo centro da cidade, vizinhanças inteiras são isoladas, zonas dominadas por muçulmanos que não permitem a livre circulação dos franceses em sua própria capital.

A crise politica e econômica na Venezuela causada pelo sistema bolivariano e sua ideologia comunista se tornou insustentável para muitos no país, e em vez de lutar por sua pátria uma quantidade considerável decidiu abandonar o barco. E é você que vai pagar a conta segundo Temer. O presidente anunciou que não irá impedir, nem mesmo limitar, a entrada de venezuelanos no Brasil. Após Colômbia tomar a decisão sensata e fechar sua fronteira a previsão é que centenas de milhares chegaram no Norte do país (um “reforço” para a região mais pobre do Brasil). O fato dessas pessoas serem desprovidas de recurso, educação, capacidades produtivas ou mesmo da habilidade de falar português não parece preocupar nosso querido decrépito líder.

Para “reforçar” o beneficio desses indivíduos a economia, Suely Campos, a governadora de Roraima, um dos estados mais fulminados pela catástrofe,  denunciou um perigoso aspecto dessa doença demográfica: “Existe a conexão com o crime organizado comandado por venezuelanos, entrando na esfera da segurança nacional”, afirmou.

Não há motivos para preocupação, afinal o momento perfeito para receber milhares de refugiados é durante  grave crise que vivemos, o próximo passo de Temer deveria ser mudar o slogan de seu governo para “Horda em Progresso” em homenagem a invasão Venezuela sancionada por seu sábio reinado.

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