A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, não se cansa de insistir no erro. O tsunami de provas, evidências e indícios de incompetência e corrupção não a constrange. A esmagadora comprovação de que Lula é corrupto também não intimida a parlamentar, que não arreda o pé de suas convicções de que o petista-mor é uma espécie de divindade.

Para Gleisi, só há uma solução para tirar o Brasil da crise e restabelecer a felicidade geral da Nação: eleger Lula presidente. Algo que precisa ser previamente combinado com a Justiça, que nos próximos meses pode confirmar, em segunda instância, a condenação de Lula, transformando-o em inelegível.

“As pesquisas retratam a miséria eleitoral dos partidos identificados com o golpe do impeachment, que aprofundou a recessão e o desemprego, precarizou as relações no trabalho, desmonta as políticas sociais e entrega o patrimônio nacional”, escreve a presidente a respeito do alarife Lula da Silva.

 “É mais inteligente reconhecer a sabedoria do povo, em vez de menosprezá-la como certos comentaristas e analistas. O povo compara a realidade atual com o legado de Lula; um tempo de oportunidades, crescimento, redução das desigualdades, valorização do trabalho e democratização do acesso à terra e ao crédito. Lula vive na memória e no coração do povo”, simplifica, sem dizer que a crise e todas as mazelas são parte da herança deixada por Lula e Dilma.

Gleisi Helena, que nas planilhas de propinas pagas pelas empreiteiras do Petrolão aparece sob o sugestivo codinome “Amante”, prossegue impávida em sua marcha para tentar eleger Lula.

O ex-presidente, que acaba de ser apanhado em gravíssima operação com recibos falsos, que envolve obstrução à Justiça, fraude processual e coação de testemunhas, é para a senadora um semideus que deveria ser cultuado. O corrupto condenado é visto por Gleisi como única esperança para o País. (Ucho)

 

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