Jamais, em tempo algum, faltou pretensão à senadora paranaense Gleisi Helena Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, legenda que, agindo como organização criminosa, protagonizou o maior esquema de corrupção da história da Humanidade.

Na proa de uma das ações penais mais avançadas e comprometedoras em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF), o qual pode resultar na cassação do seu mandato parlamentar e na decretação de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, Gleisi não se abala e mantém sua conhecida desfaçatez.

De acordo com texto divulgado por sua assessoria, Gleisi Helena está na China como convidada do Partido Comunista Chinês para participar de reunião de líderes de partidos políticos do planeta para debater os “destinos da humanidade”, em encontro que ocorre em Pequim.

Gleisi, que aparece nas planilhas de propina das empreiteiras do Petrolão sob o sugestivo codinome “Amante” e é investigada por se locupletar da subtração de mais de R$ 100 milhões de servidores federais e aposentados (Operação Custo Brasil), acredita ter todas as qualificações para debater os “destinos da humanidade”. Destacada participante da cleptocracia petista, sem dúvida pensa que tem muito a contribuir com sua experiência para definir o rumo certo para a raça humana.

A senadora foi convidada pelo Departamento Internacional do Comitê Central do PC chinês, com todas as despesas bancadas pelos camaradas do país da Grande Muralha. Além da comandante dos petistas, fazem parte da comitiva brasileira a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos; o presidente da Fundação João Mangabeira, do PSB, Renato Casagrande; e a secretária nacional de Relações Internacionais do PT, Mônica Valente. Eles devem se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping, também secretário-geral do Partido Comunista.

Acostumada a intimidar jornalistas com processos judiciais apenas porque não aceita ter suas lambanças expostas na mídia, Gleisi Helena deveria imbuir-se de coragem e explicar aos comunistas chineses a sua decisão de guindar ao cargo de assessor especial da Casa Civil um pedófilo condenado a mais de cem anos de prisão. Eduardo Gaievski, o predador sexual da Casa Civil, foi incumbido de cuidar dos programas federais destinados a crianças e adolescentes, tudo no melhor estilo “a besta e suas presas fáceis”.

Sem dúvida algum o fato de um pedófilo, que violou indefesas e vulneráveis meninas do interior do Paraná, ter alcançado cargo de confiança no governo mais desqualificado e corrupto da história nacional é um excelente tema para discussão para os que desejam definir os rumos da humanidade. (Ucho)

 

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