Danald Trump vem recentemente declarando, com toda a razão, que é o presidente mais perseguido da história americana. Nunca antes um presidente havia sido de tal forma atacado pela ensandecida  mídia, sempre sedenta por mais poder, ou pelo estabelecimento político, incluindo seu próprio partido ansioso por qualquer oportunidade de trair seu líder e o povo americano que o elegeu. Mesmo com tamanhas dificuldades, os 6 primeiros meses do governo Trump foram recheados por vitórias que empalideceram as derrotas sofridas para os inimigos da democracia que se utilizam descaradamente da ilegalidade em sua tentativa desesperada de parar o presidente (juízes,  abertamente esquerdistas, queimaram a constituição americana ao interferirem na politica de imigração de Trump, que deveria ser de sua exclusiva competência). O avanço no combate do estado islâmico, em conjunto com os bravos esforços russos, foi animador, mas foi pondo fim em dois desastrosos tratados que o Donald se destacou.

O primeiro foi o tratado do clima de Paris. Uma aberração que se esconde atrás de pseudo-ciência para encher o bolso de cientistas mercenários e políticos corruptos as custas da economia mundial. O acordo custaria no minimo 100 trilhões e segundo a própria ONU (idealizadora do golpe) “poderia” reduzir a temperatura do globo, no fim do ano 2100, em 0,3 graus, menos de 1% do que seria supostamente necessário para “salvar” o mundo da suposta catástrofe climática.

E agora Trump acaba de garantir outra gigantesca vitória para o começo  de seu governo ao anunciar o fim do acordo de abertura comercial com Cuba. O acordo idealizado por Obama se destacou  pela sua grotesca imbecilidade. A medida que colocava fim as décadas de embargo comercial com ilha sem pedir absolutamente nenhuma contrapartida, segundo o acordo, os Castros poderiam permanecer no poder, assim como o partido comunista, o país não precisaria realizar eleições nem libertar seus presos políticos, ou dar liberdade de viagem para seus cidadãos que continuam trancafiados na ilha-prisão. Se o acordo feito por Obama fosse dado continuidade, os Castros ganhariam milhões e milhões de dólares americanos para perpetuar sua ditadura no poder com ainda mais conforto.  Quando declarou que só irá considerar um  novo acordo quando o povo cubano for libertado, Donald Trump foi aplaudido de pé por uma platéia emocionada composta por cubanos-americano, homens e mulheres que fugiram de Cuba e permanecem no EUA como os maiores adversários da ditadura dos Castro.

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