O maior banco do país, o Banco do Brasil é mais uma instituição de proporções monumentais desnecessariamente nas mãos do estado brasileiro. Para ser claro a existência desse banco representa mais um ‘Petrolão’ em potencial esperando para explodir a conta do Brasil. O BB é constituído na forma de uma sociedade de economia mista, ou seja o governo brasileiro possui controle acionário da organização. O que significa, que nossos honestos e competentes políticos tem a palavra final no que concerne a ocupação de cargos de direção e a administração do mamute financeiro. Foi exatamente através desses mecanismos que a Petrobras virou uma empresa de faxada, desenhada para empregar operadores de partidos políticos, todos determinados a secar o potencial econômico da empresa em beneficio do maior esquema de corrupção de nossa história . Se Sérgio Moro foi bem sucedido em botar fim na farra da Petrobras, os corruptos não tem motivo para desespero, no Brasil não faltam empresas desnecessariamente nas mãos do governo esperando o assalto, e quando é hora de fazer um assalto, que lugar melhor que um banco?

Trocando de foco, outra agradável consequência de deixar empresas na mãos de bandidos, digo políticos, é a invariável monumental incompetência, tão típica a aqueles que administram dinheiro dos outros.   Em 2016 o lucro líquido ajustado do Banco do Brasil foi de 7 bilhões de reais, o significa uma chocante retração de 38,2% em relação a 2015 quando o lucro foi cerca de 12 bilhões de reais. São 5 bilhões de reais que a administração do BB fizeram desaparecer em um mero ano… impressionante. Chegou a hora de o brasileiro evoluir a pauta. Não basta protestar pedindo a punição desse ou daquele corrupto, se não quisermos que o drama se repita, reformas profundas serão necessárias. Simplesmente punir os praticantes de corrupção somente arranha a superfície do problema, matar as moscas sem se livrar dos dejetos é inútil, novos vermes irão retornar para se banquetear as nossas custas. Chegou a hora de fechar a boquinha. Privatizar Petrobras, Banco do Brasil, Caixa, Correios e equivalentes em um país em que o governo não é capaz nem de garantir a segurança da população não é uma proposta ousada, é senso comum.

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